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Terra absorve mais gás carbônico do que se pensava


Matéria publicada no site BBC Brasil  sobre os efeitos do gás carbônico na composição do efeito estufa e o consequente aumento da temperatura na atmosfera coloca mais uma opinião para as discussões em Copenhagen sobre o meio ambiente. Segue a transcrição do artigo sobre o estudo da Universidade de Bristol, na Grã Bretanha:


 
Equilíbrio entre gás em suspensão e absorvido não se alterou, dizem cientistas

Um estudo realizado na Grã-Bretanha sugere que os ecossistemas e oceanos da terra têm uma capacidade muito maior de absorver gás carbônico do que se imaginava anteriormente.

A pesquisa da Universidade de Bristol mostra que o equilíbrio entre a quantidade do gás em suspensão na atmosfera e a que é absorvida se manteve praticamente constante desde 1850, apesar de as emissões terem saltado de 2 bilhões de toneladas anuais naquela época para 35 bilhões de toneladas anuais hoje em dia.

O resultado do estudo, publicado no site especializado Geophysical Research Letters, confronta com várias pesquisas recentes, que previam que a capacidade de absorção pelos ecossistemas e oceanos cairia conforme as emissões aumentassem, fazendo disparar o nível de gases causadores do efeito estufa na atmosfera. 

Mas segundo o principal autor do estudo, Wolfgang Knorr, seu ponto forte é que ele se baseia apenas em dados de medidas e estatísticas, e não em modelos de clima computadorizados.

Copenhague

Os pesquisadores de Bristol descobriram que o aumento dos gases em suspensão na atmosfera tem sido um valor entre 0,7% e 1,4% a cada década, desde 1850, o que, para os cientistas é muito perto de zero.

Para os cientistas, o trabalho é extremamente importante no debate de políticas para o controle das mudanças climáticas, já que as metas de emissão que devem ser negociadas em Copenhague, em dezembro, se baseiam em projeções que já levam em conta a capacidade de absorção da Terra.

Mas Knorr alerta que não necessariamente o estudo vai afetar as decisões dos líderes mundiais.

"Como todos os estudos deste tipo, há algumas imprecisões nos dados", admitiu. "Portanto, em vez de confiar na natureza para oferecer um serviço gratuito, absorvendo nosso gás carbônico, precisamos nos certificar dos motivos pelos quais a parcela absorvida não mudou."
O estudo também descobriu que as emissões vindas do desmatamento podem ter sido superestimadas em valores entre 18% e 75%
 
Fonte: BBC Brasil

Como fica a imagem da marca UNIBAN

Em Administração e Marketing , a imagem muitas vezes vem associada ao produto e/ou serviço que você oferece ao mercado. Em um artigo muito explicativo o Portal da Administração  publica Como fica a imagem da marca UNIBAN depois do caso Geisy Arruda?  assinado por Fábio Bandeira de Mello, cujo trecho reproduzo abaixo:



O caso da estudante de Turismo da Universidade Bandeirante (Uniban), Geisy Arruda, de 20 anos, hostilizada dentro da própria Universidade por usar um vestido curto, levantou questões e repercutiu até na mídia internacional, como no "The Guardian" e no "New York Times" (veja a repercussão internacional). Como isso afetará na imagem da marca UNIBAN daqui pra frente?

A falta de posicionamento da Uniban às proporções alcançadas com a manifestação contra Geisy, somada ao anúncio de sua expulsão - e à decisão final de não expulsá-la, podem ter prejudicado decisivamente toda a imagem construída ao longo de 15 anos. Apesar da Uniban voltar atrás da decisão de expulsar Geisy, a sucessão de equívocos acabou por fazer com que a opinião pública ficasse ao lado da estudante e condenasse a atitude da Universidade.

José Roberto Martins, especialista em marketing corporativo e sócio-diretor da Global Brands, afirma que a imagem da Uniban ficará associada a aspectos negativos de uma instituição privada de ensino superior que deveria se mostrar antenada com o seu tempo. “Isso marcará a imagem da marca de modo permanente, tanto quanto marcaria um fato positivo de impacto. Ficará a pecha de uma instituição ultrapassada, intolerante e incapaz de resolver um problema que não poderia ter mais consequências do que as havidas”, afirma Martins.

A roupa faz a diferenca

Esta história mostra bem como as aparência enganam, o diálogo travado abaixo entre uma senhora elegante e um médico ilustra a situação.




Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído  com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:

- Vocês sabem onde está o médico do hospital?

Com tranqüilidade o médico respondeu: 

- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?

Ríspida, retorquiu:

- Será que o senhor é surdo?
 
 Não ouviu que estou procurando pelo médico?

Mantendo-se calmo, contestou:

- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!

- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...

- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse  procurando um médico e não uma vestimenta...

- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico...


- Veja bem as coisas como são... - disse o médico - ... as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "boa tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...

Um dos mais belos trajes da alma é a educação; sabemos que a roupa faz a diferença mas o que não podemos negar é que:

Falta de Educação, Arrogância, Falta de Humildade, Pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade, Grosseria e outras "qualidades" derrubam qualquer vestimenta. Bastam às vezes, apenas 5 minutos de conversa para que o ouro da vestimenta se transforme em barro.

A ROUPA FAZ A DIFERENÇA? 

(recebi por e-mail)

O fim do Muro de Berlim

por  Voltaire Schilling,  historiador e diretor do  Memorial do Rio Grande do Sul em Porto Alegre.

 

"Rompeu-se o gelo. Sobre o dia de hoje o que eu posso afirmar é que no livro da história germano-soviética não somente demos um volta na sua página, senão que começamos a escrever conjuntamente um novo capítulo que confiamos terá muitas páginas."   Helmuth Kohl, chanceler da Republica Federal da Alemanha, após um encontro com Mikhail Gorbachov (Moscou, 27 de outubro de 1988) 
 
 
Foto Bundesbildstelle, Berlim



Queda do Muro de Berlim, início de nova era
 
A agitação tomara conta da cidade inteira. De um lado e do outro do muro aguardava-se algo de espetacular para qualquer momento. Os três milhões de habitantes de Berlim estavam tensos, nervosíssimos, tanto quanto quarenta anos antes, quando Stalin mandara isolar a ex-capital alemã, em 1949.

Os jornalistas correram para a anunciada audiência que o porta-voz do governo da RDA, a Alemanha comunista, estava disposto a dar para esclarecer a posição do regime sobre os últimos acontecimentos. No verão daquele ano de 1989, entre junho e agosto, interpretando a seu modo a Glasnost, a política de abertura desencadeada pelo chefe de estado da URSS, Mikhail Gorbachov, o comitê central do Partido Comunista da Hungria decidira abrir a fronteira com a Áustria, fechada desde 1956.

Ao saberem da noticia, milhares de alemães orientais viram naquela oportunidade um meio de fugir em massa. Ao mesmo tempo, outros que estavam em férias em Praga e em Varsóvia simplesmente invadiram as embaixadas da Alemanha Ocidental para conseguir algum tipo de licença que os permitisse emigrar para o lado Oeste. A rapidez com que tudo se processou foi estonteante. Quem poderia supor que as festividades realizadas há bem pouco em Berlim, em 7 de outubro, pelo regime comunista – forças armadas e militantes desfilando juntos pela avenida Unter den Linden, celebrando os 40 anos da fundação da RDA (República Democrática Alemã) - se transformaria numa cerimônia fúnebre e no réquiem do marxismo-leninismo?

O chanceler Helmulth Kohl, da República Federal, tratou de negociar em dois planos: em primeiro, havia acordado com Gorbachov que o destino futuro da Alemanha seria acertado dali em diante pelos próprios alemães, com a segurança de que os tanques soviéticos não interviriam como ocorrera em 1953, e, em segundo, obteve o consentimento do governo comunista para que os alemães orientais que estivessem refugiados nas embaixadas de Praga e Varsóvia pudessem viajar num ‘comboio da liberdade’ de volta ao território da RDA sem serem molestados pelos vopos ( a guarda miliciana).

Deu-se então um momento épico na história nacional germânica do após-guerra. Enquanto os trens cortavam o país, milhares de concidadãos afluíram para as estações para saudar, eufóricos, os que tiveram a coragem de se expor. Um mês antes de o muro ser aberto, no dia 9 de outubro, os oposicionistas da cidade de Leipzig concentraram-se na Nikolaikirche, a velha igreja da cidade que servia de abrigo para as crescentes reuniões políticas. Eles, que não ultrapassavam oito mil ativistas na saída do templo, foram engrossados por mais de 80 mil pessoas.

Ruidosos, portanto velas acesas naquele ao cair da noite, gritavam Wir sind das Volk!, ‘Nós somos o povo!’, o que parece que intimidou o enorme aparato repressivo que havia sido convocado para contê-los e que nada fez. Evento que não tardou em se repetir em Dresden, Halle, Karl-Marx-Stadt, Magdeburg, Plauen, Rostock e Schwerin.

Chegou-se então ao dia 9 de novembro. De todos os lados ouviam-se clamores pelo fim do muro. Para que se abrissem as cancelas que desde 1961 separavam as duas partes da cidade. Remexendo os papeis que estavam sobre a mesa, o representante da Alemanha Oriental Günter Schabowski leu apressadamente a nota que confirmava a abertura imediata do muro. Foi um Abre-te Sézamo. A partir daquele instante, poucos berlinenses ficaram em casa.

Previdente, para evitar o pior, Heinz Schäfer, que chefiava o posto da Waltersdorfer Chaussee, ordenou aos seus guardas que se desarmassem, para evitar incidentes, visto que uma multidão sem fim afluía para as passagens. Do outro lado vieram os ocidentais. Começaram a escalar o muro em meio à confraternização geral. Alguns, embriagados de alegria e de Schnaps, davam-lhe golpes com picaretas ou barras de ferro. O pesadelo de tantos anos tinha acabado e, em pouco tempo, 146 quilômetros de cimento, pedra e arame farpado vinham abaixo e a Alemanha encaminhou-se para a reunificação nacional.

 
De: Voltaire Schilling, por e-mail, deferência especial aos leitores de BrasilAlemanha/Neues. Matéria publicada também em Zero Hora (www.zerohora.com.br), edição de 08 11 2009.

Foto: Bundesbildstelle, Berlin

 

 

Época de primavera aumenta quadros alérgicos


A estação da primavera, que vai do dia 23 de setembro até o dia 21 de dezembro, traz mais alegria aos nossos dias. O colorido se intensifica através das flores, que aumentam e se diversificam, atraindo mais pássaros e borboletas para a cidade.
 
Na mesma proporção do aumento de cores e aromas, as alergias costumam aparecer com mais intensidade e variedade nessa época do ano. Pessoas com quadros alérgicos como bronquite, asma e rinite sofrem mais durante esses meses, pois se irritam principalmente com o pólen das flores, o próprio ar e o ácaro presente nos ambientes.


A rinite é muito comum entre as pessoas, tendo como sintomas coriza, irritação e mucosidade das vias nasais, coceira e espirros. O ideal é que as pessoas que sofrem de rinite não permaneçam muito tempo em locais fechados e sem ventilação.

Além disso, o quadro pode piorar se associado ao diagnóstico da conjuntivite primaveril, em grande parte devido ao pólen, que potencializa esse quadro. A conjuntivite primaveril apresenta coceira ocular densa e frequente, secreção mucosa, olhos vermelhos e inchados, lacrimejamento, ardor e desconforto na presença de luz forte. Fatores como poluição, umidade, contato com substâncias químicas, como solventes, sabões para limpeza de roupas de cama, tintas e esmaltes, também podem ser fatores de risco para a doença.

O mais indicado nessas situações de alergias é afastar a pessoa de ambientes com mofo, substituir o uso da vassoura pelo pano de chão ao limpar a casa e retirar cortinas da residência, que podem acumular pó. Outra atenção que a pessoa deve manter é de não coçar os olhos com as mãos, pois os dedos comumente estão contaminados com bactéria, fungos ou bacilos, que dificultam muito a sua cura. Durante a crise de conjuntivite primaveril, o alérgico deve lavar muito os olhos e fazer uso de colírio anti-alérgico.

Porém, o uso indiscriminado de colírios, na forma de auto medicação, pode levar a complicações, como lesões corneanas ou conjuntivais e resistências a antibióticos.

Antes de se medicar, é preciso que o paciente procure orientação médica, já que, além da conjuntivite alérgica, também existe o quadro infeccioso, que merece outros cuidados e tratamento diferenciado. 

Tudo para poder aproveitar bem a beleza colorida que está presente na estação da primavera, sem aborrecimentos.

Fonte: Agência Brasileira de Notícias.

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